quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Blair Witch Vol.1: Rustin Parr

Olá seres do inferno!
Eu ia dormir agora mas me bateu uma vontade de escrever sobre um jogo antigo que eu gosto bastante. 














Faz muitos anos que eu joguei Blair Witch no meu PC. Creio que faz mais de quatro anos talvez. Um amigo meu me emprestou a cópia, mas não foi por causa dele que eu conheci o jogo. E sim na CD Expert, onde comentava sobre o terceiro jogo da série (pra você ver como eu era atrasada), e por algum milagre do destino, meu PC resolveu rodar esse jogo! HIUSAHIUSHA


Blair Witch Volume 1: Rustin Parr é o primeiro jogo de uma trilogia baseada nos filmes Blair Witch Project. Todos os três jogos foram feitos na engine Nocturne e foram publicados pela Gathering of Developers.


História


Apesar de o volume 1 ser destinado ao universo fictício das lendas da Bruxa de Blair, ainda é uma sequência de Nocturne, o jogo no qual deu início a essa trilogia. 
Elspeth "Doc" Holliday foi uma personagem secundária em Nocturne e com vários outros personagens do mesmo jogo que também aparecem em Blair Witch. Isso inclui o "Stranger", que aparece no início junto dela. Esses personagens de Nocturne, incluindo alguns inimigos, aparecem todos na sessão de tutorial


Agora indo para a história realmente... 


Tudo começa em 1941 e a história se segue durante quatro dias. A cientista Elspeth "Doc" Holliday é mandada para a cidade de Burkittsville pela Spookhouse - uma agência governamental encarregada de investigar fenômenos paranormais. Lá, ela irá tentar desvendar o mistério que aconteceu no ano passado (1940), onde um eremita chamado Rustin Parr havia cometido sete assassinatos. Agora a investigadora Holliday terá de descobrir as verdades e às revindicações sobre Parr, onde dizem que ele estava sob influência de forças sobrenatuais ao cometer os assassinatos. 


Jogabilidade


O jogo faz um ótimo trabalho ao desvendar o enredo, no qual nos revela bem pouco sobre a história da floresta de Blair, mas sim, da verdadeira história de Rustin Parr. 
Os elementos de aventura acabam sendo simples, particularmente, quando a Doc Holliday começa a repetir todas as pistas e informações importantes em voz alta para si mesma em detalhes incríveis depois de grandes eventos. 
O jogo se mantém bastante confuso, mas também acaba se tornando mais como um filme interativo, onde é o seu trabalho, simplesmente, mover a personagem para o próximo evento macabro. 


Na verdade, isso é o que Rustin parr acaba se tornando, - perseguir algum personagem; encontrar algum personagem em particular em locais diferentes e conversar com eles e etc. - quase nunca iremos resolver puzzles. Em vez disso, seu trabalho é simplesmente falar com as pessoas certas e extrair informações para sua investigação. Se você pegar as instruções específicas e fazer o caminho especificado no momento certo, você conseguirá progredir no jogo. Isso se torna evidente nas partes da floresta, que é a mais frustrante (e infelizmente a maior) parte do jogo.  



Ser pego num quebra-cabeça em forma de um labirinto elaborado perto do final do jogo chega a ser uma aventura mediana, mas, ao perceber que isso se torna quase 80% do jogo inteiro, você acaba ficando frustrado. 
Isso é uma maneira vergonhosa de manter o jogo difícil e nos deixar loucos na floresta, ao invés de terem preenchido com uma jogabilidade honesta. 


Bem, na floresta acontecem eventos especiais, como por exemplo, quando a Bruxa de repente aparece do além e vem puxar a Doc Holliday e a leva para um lado alternativo e escuro da floresta, onde a única coisa a se fazer é ficar, simplesmente, correndo ao redor da área por um tempo indeterminado, com monstros loucos atrás de você (querendo te matar) até que apareça a área original de onde você parou. 


Como no filme, você vai se sentir perdido na floresta por causa da intromissão da Bruxa, mas em vez de se sentir com medo, você vai se sentir frustrado. Adicione isso a um fato de que o jogo, propositalmente, irá enviá-lo, a longo prazo, para a floresta para simplesmente coletar alguns itens dispensáveis (como munição e armas), enquanto que inimigos que não morrem (e surgem do além) começam a te perseguir. Isso vai se repetindo, até que você nem ligue mais para os perigos da floresta e fique com um tédio absoluto. 



A Bruxa não irá se vingar dos invasores, como acontece no filme, ela apenas ficará trapaceando, para que você não consiga encontrar o seu caminho para fora da floresta maldita. Isso pode acarretar alguns problemas na história. Você pode ficar mais tempo perdido e durar mais tempo no jogo. Como por exemplo, a história principal leva quatro dias para terminar... Mas se você ficar mais tempo na floresta, os dias podem aumentar. 

Agora indo para a parte de ação. Vocês achando que seria uma parte legal e divertida, mas não é. Não que eu queira desmerecer o jogo (até porque eu adoro jogar ele), mas, a ação tem lá seus defeitos. 

O jogo começa a ficar difícil por causa das combinações de controles com as câmeras ruins, que consegue assegurar o desaparecimento da personagem com bastante frequência. Enquanto você usa o teclado para controlar o seu personagem, você vai querer rapidamente passar para o mouse, para melhorar a direção, ou você nunca será capaz de mirar rápido o suficiente para matar os inimigos. Claro, isso faz parecer um pouco estranho, mas acredite, você irá odiar essa alternativa. 

A câmera é um pesadelo e tanto. Ela adora mudar de ângulos quando você está cheio de inimigos por perto, e por mais incrível que pareça, ela sempre irá mudar bem quando o inimigo estiver perto de você. A ação é um pouco mais divertida, pois você tem bastante espaço para fugir dos inimigos, girar e atirar um pouco neles, o que não deixa tão difícil assim matá-los. 
Mas aconselho, sua melhor aposta na floresta é fugir e ficar de olho no mapa. E economizar munição é bastante importante, pois enquanto você puder fugir, melhor, até que você precise realmente delas em determinados momentos. 
Novos inimigos serão introduzidos no jogo e eles são cheios de animações incríveis. Mas, honestamente, há realmente apenas dois ou três novos monstros que você terá de lutar no jogo. O resto não passa de zumbis e cachorros chatos. 

O forte mesmo de Blair Witch é a história, que realmente é muito agradável de se seguir. O jogo oferece duas configurações de entretenimento - tediosas e irritantes. Enquanto você fica reclamando da dificuldade irritante de alguns dos mais simples monstros ou a sua falta de munição para lidar com essas situações, você vai ficar se perguntando quantas vezes mais você terá que passar pela floresta inteira novamente. 

Mas a história contada nos deixa bastante amedrontados, pois o jogo sustenta bastante mortes e carnificina para todo lado. Como no começo do jogo, onde temos que matar todos os moradores da cidade (que acabamos de conhecer), pois se tornaram zumbis voadores. (Claro, era tudo um pesadelo!).

Ah, esqueci de dizer... Enquanto você estiver na parte alternativa da floresta. Lá é muito escuro e se você não tiver um óculos com visão noturna (que podemos pegar depois de um tempo), você não saberá exatamente para onde tem de ir... Isso atrapalha, e muito, para conseguir encontrar o caminho de volta a floresta normal. 

Trilha Sonora macabra!

Bem, eu não sou nenhuma crítica de música, nem entendo muito sobre isso. Só vou comentar sobre as músicas que dão um toque a mais no jogo. 
Normalmente elas são músicas com sons estranhos, nada de instrumentos, somente efeitos sonoros, que deixam um ar de mistério, e em algumas partes, uma frustração tamanha. Temos também músicas instrumentais são as tocadas nos rádios, ela são dos anos 40, então da para ter uma noção de como são. Sem contar nas músicas com temáticas indigenas e "macumbentas", onde parece que tem gente invocando espíritos ou algo do tipo.   
São músicas muito boas de se escutar... E para quem gosta de sons diferentes, que tenham um singelo terror envolvido, é bastante legal que baixem e tirem suas próprias conclusões. 

Nesse canal do youtube, tem todas as músicas dos jogos. Nesse vídeo tem oito faixas. Deem uma olhada!





Conclusões

Blair Witch vol 1: Rustin Parr não é somente um jogo enjoado com uma floresta do capeta frustrante, mas ele é uma tentativa muito boa para tentar traduzir a assustadora história da Bruxa de Blair bem na tela do seu computador. A escura floresta é tratada como em nenhum outro jogo e os sustos não são comparados com o filme, numa tela gigantes, mas o jogo se sai muito bem tentando transpassar isso. Infelizmente, ele consegue empacar ele mesmo no decorrer do jogo, que deixa apenas uma breve experiência de jogo frustrante, mas, satisfatória! 



Bom, espero que tenham gostado da reviewzinha e até mais! :3

Calling

Estou aqui de novo, mas desta vez vou falar de um jogo exclusivo para Nintendo Wii, ele se chama Calling.




Calling foi um dos únicos jogos que eu vi onde o Wii remote pode ser usado como um telefone celular (em um jogo chamado Cursed Montain ele pode ser usado como um alto-falante), é legal pois é possível receber ligações de fantasmas, ver mensagens, e que eu me lembre até tirar fotos. 


E neste jogo, você praticamente depende do celular para sobreviver.










História


Tudo começa quando surge na internet uma página, que recebe o nome de ''The Black Page'', onde tem o número de pessoas que morreram depois de visitar esse site.


Então 4 pessoas (que são os personagens jogáveis), entram neste site. Só me lembro o nome de 2 personagens, que é a Rin e o Shin.


Rin entrou neste site, porque ela conheceu uma menina que estava no hospital, então Rin prometeu que iria visitá-la, mas a menina não estava lá, com isso ela suspeitou que o desaparecimento da menina pode ter algo a ver com a ''The Black Page''.


Shin entrou porque ele gostava de coisas sobrenaturais.


Uma das outras personagens entrou pois queria descobrir mais sobre o marido que morreu.


E o último, que era um editor de jornal, teve o amigo morto por sircunstâncias desconhecidas.


O que acontece com quem entra no site?


Todos que entram no site, vão parar em um ''abismo'', que está entre a vida e a morte, e é composto pelas memórias de todo que morreram. Ele é chamado de Abismo Mnemonic. E para escapar, os personagens tem que usar o celular.


Inimigos


Que eu lembre os inimigos são todos fantasmas. Tem umas bonecas sinistras também, mas que eu me lembre não precisamos combatê-las, só fugir mesmo.




Jogabilidade


Depois que você se acostuma com o controle, você adora, pois no inicío eu tinha MUITA raiva, pois para você escolher para onde você quer andar, você tem que mover o Wii remote, até você ficar na direção certa. Fazer isso é um pouco dificíl no começo.


Para abrir as portas você tem que mover o Wii remote, como se você fosse abrir uma porta de verdade mesmo.


O celular é a parte mais legal, ás vezes o Wii remote começa a tocar, você atende apertando o A,coloca no ouvido, e escuta os fantasmas falando.






Para você afugentar os fantasmas, você tem que sacudir o controle, igual no Fatal Frame 4. No Calling também existe uma escala de pânico (tipo Clock Tower e Haunting Ground).











Trailler





Então é isso, o jogo é bem divertido. Quem tem um Wii, vale a pena comprar!




terça-feira, 29 de novembro de 2011

Resident Evil 3: Nemesis

Olá meus queridos zumbis!
Hoje resolvi falar sobre meu jogo preferido da minha série preferida, que é o famoso Resident Evil 3: Nemesis.

Já que eu reprovei em uma matéria na faculdade, resolvi ligar o fuck off e fazer algo que realmente vá prestar na minha vida. Sério pessoas, não façam faculdade de Publicidade! Aliás, não façam faculdade!




September 28th, Daylight... The monsters have overtaken the city. Somehow... I'm still alive... - Jill Valentine 


Bem, como todos sabem, Resident Evil é a minha série favorita de survival horror em terceira pessoa. Sou uma amante de zumbis e principalmente de jogos com essa temática. Mas RE está comigo desde quando eu tinha apenas 8 anos, lá em meados de 1999, quando meu pai chegou com o mais novo lançamento do PlayStation, o Resident Evil 3. 


Eu já tinha visto ele jogar RE2 no ano passado, em 1998 e desde então eu tive um conflito entre o medo e a paixão por jogos de terror. Adorava ver ele jogar, mas tinha medo de jogar. Vai entender! HIUSHAUIS


A última escapatória... 




Resident Evil 3: Nemesis (conhecido no japão como Biohazard 3: Last Escape), foi o terceiro jogo da série Resident Evil, que ficou famosa depois do segundo lançamento em 1998. Ele foi o último jogo da série lançado para a plataforma Playstation. Também foi lançado para vários outros consoles, como DreamCast, GameCube e PC. Agora também podemos baixá-lo na PSN (mas não há uma versão realmente feita para o PS3). Ele foi desenvolvido pela Capcom, produzido por Shinji Mikami e dirigido por Kazuhiro Aoyama.  



O jogo é focado no último suspiro da cidade de Raccoon, no dia 28 de setembro de 1998, onde o surto do T-vírus contaminou a cidade inteira, transformando a todos em zumbis. Uma ex-integrante do S.T.A.R.S, Jill Valentine, foi até a cidade à procura de seu parceiro, Chris Redfield, na busca de conseguirem mais informações sobre a Umbrella. Mas ela se depara com a cidade tomada num caos e cabe a ela, sobreviver ao horror antes que Raccoon suma do mapa!


Jogabilidade




Resident Evil 3 conta com um novo tipo de gameplay. Não é tão diferenciado de RE2, mas foram ajustados alguns novos comandos para a nossa querida Jill. 
Ao contrário dos dois primeiros jogos, não podemos escolher qual personagem iremos jogar no começo. O jogo se foca todo em Jill, e somente por um curto período, mais para a metade do jogo, jogaremos com Carlos Oliveira, um mercenário da Umbrella que está ajudando Jill a fugir da cidade com vida. 



A personagem principal tem algumas habilidades boas, tais como uma esquiva de emergência. Isso acontece quando ela é encurralada por um grupo de zumbis, e se você apertar os botões de ação, conseguirá fazer com que ela os empurre ou os mate mais rapidamente (como por exemplo, pisando na cabeça dos zumbis que estão no chão). Ela também pode dar um giro de 360 graus ao pressionar rapidamente o direcional pra trás juntamente com o botão de correr. Esse movimento é igual aqueles que fazemos em RE4 ou RE5, para que ela possa correr mais rapidamente em alguma outra direção (isso ajuda a fugir mais facilmente dos inimigos).  


Várias armas estarão a disposição durante o jogo. Dentre ela, shotguns, pistolas, Magnum etc. As armas estão bem parecidas com as do segundo jogo. Só com uma lança granadas, que tem diferentes tipos de munição, como algumas granadas congelantes, ácidas e flamejantes. Ela é boa para matar inimigos em grupos, mas são comumente usadas no boss. 


Inimigos 


Em RE3, teremos vários inimigos, tirando os zumbis e os cerberus. Teremos inimigos pequenos e fracos, como os corvos, e teremos os mais perigosos, como os Hunters e os Gama Hunters, que podem te matar com apenas um golpe.


Os inimigos são variados. Então fica difícil falar de todos no geral. A maioria deles se dividem em lerdos e rápidos. Sendo que os zumbis são os mais lerdos do jogo todo. 


Teremos um mini-boss no jogo. Um deles é uma larva gigantesca, que irá atacar Jill em várias partes do jogo. Ela é forte e normalmente não precisa atacá-la, só na última vez que tiver que enfrentá-la.  


Também teremos um diferencial dos outros RE, que é ter um boss que te seguirá a fase inteira. Isso nos lembra jogos de perseguição, como Clock Tower e Haunting Ground. Nemesis será seu encosto. Te seguirá até os confins da cidade, querendo te exterminar. 


Nemesis



Nemesis é o boss do jogo todo. Ele te seguirá por toda Raccoon City até o último minuto que a cidade tiver. 
Ele aparece quando você menos esperar. Mas o jogo, mesmo assim, avisa quando ele está por perto, tocando uma música característica, chamada "Feel the tense". Ele também é o único inimigo capaz de atravessar portas a hora que quiser. 


Nemesis é um inimigo muito forte. Ataca Jill com um soco, correndo atrás dela. Ele também é mutável, assim como Birkin em RE2, ele ficará tomando formas diferentes durante todo o jogo. 
Em determinada parte, ele terá tentáculos nos braços, deixando seu alcance de ataque bem mais longícuo. 




Em várias partes do jogo, quando Jill e Nemesis se encontrarem, aparecerá uma tela em câmera lenta e com as cores no negativo, mostrando duas opções... Uma delas sempre faz Jill fugir de Nemesis e a outra é quando você enfrenta ele. Você terá que escolher rápido, caso contrário, o jogo escolherá sempre a pior opção para você!
Nem sempre as opções de escapar de Nemesis, fará com que ele pare de te seguir. Às vezes é mais compensador lutar contra ele. 


No modo Hard, se lutarmos com Nemesis em todas as vezes que aparecerem essas telas de escolha, ganhamos partes de uma arma para podermos usar contra ele mesmo. 


Itens & Munição


Vários itens poderão ser pegos pelas ruas de Raccoon City. 
Tais como as plantas com características medicinais, munições, armas e outros itens chaves para abrir portas e demais passagens.


O jogo também conta com um sistema de criação de munições novas, que podemos fazer com as pólvoras encontradas no jogo. 


Teremos dois tipos de pólvora, A e B. Misturando elas podemos fazer a C... Com esses três tipos, podemos fazer várias munições mais fortes, como, as granadas de gelo, ácido e fogo e até mesmo a munição para a Magnum. 


Além disso, podemos fazer as munições normais, como as de pistola e shotgun. Mas, quanto mais munições dessas você criar, uma hora elas começam a ficar diferentes e com mais força no tiro. 


Plantas!


Sobre os itens de health. As plantas continuam iguais em RE2. Teremos três tipos de plantas, as verdes, as vermelhas e as azuis. Combinando todas, teremos um remédio bem forte, curando toda a nossa vida e ainda curando o modo poison, que alguns inimigos podem deixar em Jill. 
Combinando as verdes e vermelhas, temos uma cura reforçada, que enche toda a barra de energia. 
A azul sozinha só cura o poison. 
A verde sozinha cura 1/3. Misturando duas verdes ou três, curam a vida inteira. 
A vermelha sozinha não tem utilidade, pois ela serve somente para tonificar a cura da verde. 


Puzzles tensos...


Resident Evil 3, como todo bom RE, contém puzzles tensos envolvendo quadros. 
Teremos vários tipos de puzzles em RE3. Eles não são difíceis, mas tem uma lógica que eu não entendo até hoje. Pelo menos alguns deles eu realmente não sei como faço. Mas é só ir tentando que uma hora vocês conseguem. 
O problema que torna os puzzles um pouco mais difíceis, é que eles mudam, conforme o que você faz no jogo. Eles podem ter respostas diferentes da última vez que você jogou. Isso que é foda. 


O mesmo vale para alguns objetos. Dependendo de suas ações no jogo. Eles mudam de lugar. E a história também. Dependendo do que você fizer, pode se dar melhor ou pior. Então, sempre tome cuidado antes de fazer qualquer coisa !



Pós-jogo


Depois de fecharmos o jogo, teremos vários extras! Tais como os Epílogos. Toda vez que você terminar o jogo no modo Hard, você ganhará um Epilogo de um personagem diferente. Terminando o jogo 8 vezes, poderá obter todos!
Também teremos a adição dos mini-games, como o:


The Mercenaries - Operation Mad-Jackal
Nesse jogo secreto, você pode jogar com Carlos, Mikhail ou Nicholai. Cada um deles tem armas, munições e itens de vida limitados. Seu objetivo é chegar à sala marcada no mapa, que é a primeira sala de salvamento do jogo. Você terá 2 minutos para chegar até lá, e a cada zumbi eliminado você ganha alguns segundos a mais, além disso, pode ganhar mais munições e itens de vida, a cada pessoa que salvar. No final, você recebe sua recompensa, de acordo com o total de tempo e de sobreviventes salvos. Esse dinheiro serve para comprar armas (com munição infinita) que facilitam o jogo com Jill.


Roupas
Na versão para Dreamcast é possível escolher a roupa dos personagens no início do jogo, mas nas versões para PlayStation e GameCube é preciso terminar o jogo. Cada vez que termina é liberada um novo grupo de roupas de acordo com o seu desempenho, liberando todas de uma só vez ao terminar com A (S na versão japonesa).


Jill's Diary (Diário da Jill)
Para habilitar o Diário da Jill, é preciso que você pegue todos os arquivos do jogo seguindo uma determinada ordem.



Histórico de lançamentos!


Tem três versões de Resident Evil 3 desde a primeira versão para o PlayStation para as seguintes plataformas: Sega Dreamcast, PC e Nintendo GameCube. 


A versão do PC permite o jogador escolher as roupas de Jill, no jogo principal, desde o início, sem recorrer à Boutique. Existem dois equipamentos adicionais que não há na versão PlayStation. O mini-game "The Mercenaries: Operation Mad Jackal" também está disponível desde o início, com a função de acréscimo de pontuação em linha que iria direto para o site oficial da Capcom (mas esse esquema já foi fechado há anos).

A versão Dreamcast incluem trajes desde o início com novos acréscimos, também apresentando a vantagem de permitir que os jogadores possam ver sua vida e munição através de um VMU. 


A versão GameCube é um é o mesmo jogo do Playstation, sem adição de novos recursos ou melhoras nos gráficos. Isso também vale para o PlayStation 3, no qual tem o jogo para ser baixado na PSN, mas sem modificações do original do PS1. 


Recepção do jogo no mercado



Embora não seja tão bem sucedido comercialmente como o seu antecessor, Resident Evil 3 recebeu ótimas críticas. 
Gamespot disse: "Ao contrário de outras séries que ofereceram "melhorias", a lineup de RE continua refinada a uma premissa já excelente!".
O crítico da IGN, Doug Perry, elogiou o jogo dizendo: "A história ainda se desdobra em uma maravilhosa e intensa maneira intrigante de ser contata e o estilo preciso do jogo, estão perfeitamente combinados"
Dale Wair, do Games Critics, chamou de "o melhor jogo de Resident Evil em toda a série!".
Em março de 2008, Resident Evil 3, vendeu mais de 3,5 milhões de cópias em todo o mundo!




Curiosidades


- O jogo veio com um disco demo original de Dino Crisis.


- A descrição na parte de trás do cover, afirma incorretamente que Resident Evil 3 se passa "há poucos dias" após o incidente na mansão. Na verdade, os eventos dos jogos são separados por pouco mais de dois meses. 


- A sala de cinema perto do restaurante (Grill 13), está mostrando um filme intitulado "Biohazard 4". O cartaz mostra a arte do box americano de RE2.


- De acordo com as entrevistas com o criador da série, Shinji Mikami e Hiroyuki Kobayashi, o jogo foi originalmente concebido como uma história paralela à série. Foi apenas durante a metade do desenvolvimento do jogo, que os desenvolvedores decidiram usar o título "Biohazard 3", pois sentiram que iria merecer aquele título. Mikami comentou mais tarde em uma entrevista que ele não queria que o título "Resident Evil 3" fosse usado no jogo. Outro título usado foi Biohazard 2.1 (como visto nas storyboards do jogo). 


- Depois de completar o jogo, a boutique é desbloqueada. Obtendo assim, o traje de Regina do Dino Crisis, com uma peruca vermelha também. Também tem o uniforme do S.T.A.R.S de Jill, em RE1. 


- Este jogo marcou a primeira aparição da arma Samurai Edge, a que seria considerada a arma padrão do time do S.T.A.R.S.


- Resident Evil 3 é um dos poucos jogos que não possuem o sistema de auto-destruição dos laboratórios, pois há uma explosão que foi causada pelo governo dos EUA no final.  


- Eagle's Pet Shop aparece nas ruas de Raccoon City. Eagle é uma referência ao personagem do Street Fighter. 


- Se olharmos atentamente para o botão "exit" no menu dos Epílogos, sob ele, da para ler, muito ilegivelmente, "Eu te amo, Shinji Mikami, volte ao menu!". 


- No lugar onde você tem a mangueira de incêndio, você pode ver a palavra CAPCOM acima da porta. 


- Perto de onde conseguímos a bússola (perto do restaurante), você pode ler as placas com as palavras "SNAILIVIC TSUM EVOMER GOD TNEMERCXE", que se lermos ao contrário, seria "CIVILIANS MUST REMOVE DOG EXCREMENT" (os civis devem remover as fezes dos cachorros). Acredita-se que isso poderia ter sido um sinal de reciclamento a partir da versão beta do jogo, ou apenas uma brincadeira dos desenvolvedores. Você também pode ler a versão "full" da mensagem depois que você sai do armazém (onde está o zumbi sentado). A mensagem diz "DOGS, BE ON LEASH AND OWNERS MUST REMOVE DOG EXCREMENT" (Os cachorros devem ser presos numa coleira e seus donos devem remover suas fezes).


Trailer do jogo








Bom, é isso pessoas!
Espero que tenham gostado do post e até mais! :3

WTF?? The Graveyard

Como podem ver, não consegui ficar muito tempo sem postar. Vim falar rapidamente sobre um jogo, que me arrependi de ter jogado.


Ele se chama The Graveyard, e é da mesma empresa de um jogo que eu adoro, que a Morte até já falou dele aqui, e se chama The Path. E a empresa é a Tale of Tales.










O jogo é de PC, e parece que agora tem até para Iphone




Ele tinha tudo para parecer um ótimo jogo de terror, uma boa empresa, um nome legal, e o gráfico branco e preto, com uma velha em um cemitério. 


''Esse jogo é foda! ''. Pensei.


Comprei ele por cinco doláres no Steam. E fui jogar, toda animada.


Comecei a jogar, a velha MUITO lerda. Comecei a andar, e tentei virar, mas ela sumiu, e ficou presa, como ela era muito lerda, não conseguia tirar ela de lá. 


Recomecei o jogo.


Desta vez, andei só para a frente, e vi que tinha um banquinho, fui até lá, mas a velha demorou uns 100 anos para chegar lá.


Ai, eu virei com ela para ver se ela sentava no banco, ela sentou sem eu apertar qualquer botão.




Ai começou a tocar uma musiquinha. A música parecia Alemã O.o .


 Ai só dava a velha sentada com aquela música tocando, com legenda inglês em baixo. Como eu entendo inglês, achei a letra da música meio sem sentido, e trágica. Parece que o marido da velha morreu. E tem uma partes muito estranhas tipo ''Olhem essa Emma natimorta, cuidado para não pisar nela'' 


Tipo muito tenso. E só para complementar Emma é a velha.


Ai eu lá vendo a música, a velha tipo que cai para a frente, sem sair da cadeira, e deixa a bengala cair. E como a música era trágica pensei que ela devia estar triste.


A música demorou uns 5 minutos mais ou menos. Acabando a música, apertei tudo que é botão para a velha levantar, e nada. Desisti, e fui na net, tentar ver se eu descobria algo sobre esse jogo.




Descobri então, que o jogo tem dois finais, sendo que no primeiro, ela senta, quando a música acaba, você volta com ela até o portão, e acaba. E no segundo, que foi o que aconteceu comigo, ela MORRE, e acaba o jogo....


E o pior é que tem a versão demo do jogo, em que só é possível acontecer um final, que é o que ela sobrevive. E na versão comprada, ela pode morrer.


Emma. Posando para uma foto.


Ou seja, em vez de gastar 5 doláres para a velha morrer, eu podia ter baixado de graça, e ter voltado com ela até o portão u.u .


Mas, eu não me arrependo de ter jogado, primeiro para ter a experiência, e segundo porque o estilo do jogo é legal.


Vou colocar um vídeo, para vocês verem como é o jogo.














É isso então. Até logo!





Kuon

 Oi de novo! Voltei para falar de outro jogo meio desconhecido.To demorando um pouco para postar, pois estou escutando Marilyn Manson, mas vou parar com isso e me concentrar no post.

Enfim o jogo lembra um pouco Fatal Frame, seu nome é Kuon, e foi lançado para PS2. 


E eu só achei esse jogo, porque estava em uma loja de Santos, e quando eu estava olhando os jogos, achei ele lá no meio, e gostei da capa. Perguntei para o cara do que se tratava, ele me disse que era de luta (boiou geral), mas mesmo assim comprei, e descobri que era de terror.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Trailer de Bioshock Infinite

Tá, estou parecendo uma informante das notícias de Bioshock... Mas é que eu to muito no clima desse jogo. Com certeza foi um dos melhores que eu joguei dessa geração! Maravilhoso!


Enfim, todo mundo tá esperando pela chegada do terceiro jogo da série, o Bioshock Infinite.
Mas, eu estava conversando a pouco com o Juh, sobre o fato de que o jogo iria se passar em uma outra cidade diferente e que ficava no céu. Sério, uma cidade flutuante!



Enfim, eis o trailer!




A sinopse do jogo é a seguinte:  
Em 1912, tirando os jogadores da submersa Rapture e os colocando em Columbia, uma cidade imensa nos céus. Na trama, Booker DeWitt, ex-agente da agência Pinkerton de investigação e segurança particular, é enviado para resgatar a jovem Elizabeth, presa em Columbia desde criança. Os dois, depois de estabeleceram uma relação que amplia suas habilidades, precisam escapar da cidade condenada, que está literalmente despencando das nuvens.


Enfim, seria esse o começo do primeiro Bioshock? 


hohoho


Só nos basta esperar para ver 8D

Músicas & Games - Bioshock 2


Ae gente! Vou deixar aqui na categoria de "Músicas & Games", as músicas que eu mais gostar de cada jogo e a letra para vocês acompanharem! 
Espero que gostem!



Música: Daddy Won't you Please come Home
Cantora: Annette Hanshaw
Jogo: Bioshock 2 



When night is creepin'
And I should be sleepin' in bed
If you were peepin'
You'd find that I'm weepin' instead

My lovin' daddy left his baby again
Said he'd come back but he forgot to say when

Night after night, I'm cryin'
Daddy, won't you please come home?
Daddy won't you please come home?
I'm so lonesome

No one can fill that vacant chair
Home isn't home when you're not there
No need to knock, the door is open for you
Please, daddy

Even the clock keeps tickin'
Daddy won't you please come home?
Daddy do you have to roam so very long?
There's lots of other new sheiks who would like to be sheikin'
Haven't slipped yet, but I'm liable to weaken
Daddy, daddy, won't you please come home?

Please, daddy
Even the clock keeps tickin'
Daddy won't you please come home?
Daddy do you have to roam so very long?
There's lots of other new sheiks who would like to be sheikin'
Haven't slipped yet, but I'm liable to weaken
Daddy, daddy, won't you please come home?
That's all

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Rule of Rose

Olá minhas crianças macabras!
Hoje venho fazer uma review de um jogo que eu adoro muito. Não como jogo, mas como um filme. Uma história animada, melhor dizendo. Porque, RoR é um jogo para poucos. Muitos vão odiar, outros poucos irão amar, mas poucos irão entender os mistérios que rondam o orfanato flutuante!







Rule of Rose é um jogo bastante obscuro e controverso. Em vários países, como UK, Austrália e Nova Zelânida, foi censurado por conter conteúdos impróprios. Dois deles era homossexualidade infantil e pedofilia. Mas claro, nada disso foi realmente esclarecido pelos desenvolvedores do jogo. 

Enfim, o jogo é muito bonito e sustenta bastante mensagens subliminares. Por isso a causa da censura e da polêmica sobre o jogo. Mas, como todos sabemos, mensagem subliminar pode ser interpretada de várias formas e várias pessoas podem ter uma percepção diferente. E claro, a mídia sempre irá apontar o lado ruim para criar polêmica, deixar que as pessoas vejam uma bela história e um bom jogo, para que ele seja banido dos países e toda essa história que já sabemos. 


Enfim, não vim falar sobre a censura do jogo, mas sim sobre ele em si! 


Rule of Rose saiu em 2006 para PlayStation 2 e foi desenvolvido pela Atlus
Como já foi dito, ele é um jogo que recebeu várias críticas ruins, chegou a ser banido de alguns países e ganhou pontos na faixa etária bem altos, chegando a ser um jogo 18+ na Alemanha. Mas, vou falar dos pontos realmente positivos, que valem mais do que a polêmica causada pela mídia/igreja/governo e o raio que o parta. 


Hora do funeral!



"Era uma vez uma pequena e preciosa garotinha.

Sua amiga, a princesa da rosa vermelha,
estava sempre ao seu lado.
Então um dia,
sua mãe e seu pai morreram de repente,
e a princesa tambem desapareceu.
Deixando a garota completamente sozinha
e então a pobre garotinha foi mandada para uma estranha casa..."



O jogo começa com sua história em 1930, com uma pobre garota de 18 anos, chamada Jennifer, a qual foi presa em um mundo de regras feitas por crianças insanas e residentes de um orfanato mais insano ainda. Lá elas estabelecem uma espécie de classe hierárquica nomeada de Red Crayon Aristocrats (Aristocrátas do giz de cera vermelho). Lá, ela é tratada como um ser inferior, onde era ameaçada de morte se não fizesse o que as outras garotas dissessem. Assim, ela teria que apaziguar as crianças trazendo-lhes pequenos objetos ou animais que eles pediam todo o mês.

O jogo, na verdade, tem muito mais coisas escondidas e subliminares. Mas isso é só porque a cabeça da nossa protagonista está confusa e esquecida. Jennifer não lembra de nada de seu passado e isso vai vindo conforme avançamos no jogo. Mas, isso eu não irei contar para não estragar a história!

Teremos cincos personagens secundárias, mas que são bastante importantes para a história e que aparecem bastante. Elas são membros do Clube Aristocrata: Diana, Eleanor, Amanda, Margaret e Wendy.

Cada uma tem uma posição social boa no clube, como Duquesa, Condessa e Baronesa.
Diana e Margaret vivem juntas. Eleanor é solitária, mas normalmente aparece junto com essas duas.


Diana, Margaret e Eleanor

Amanda fica na posição social inferior. Ela é tratada como lixo e as outras meninas não gostam muito dela. Amanda aparenta ter alguns problemas mentais e é bem estranha. É a forever alone do grupo e faz a maioria dos serviços braçais. 


Wendy é a personagem secundária com mais importância, já que foi ela quem começou toda essa confusão e está sempre por trás dos acontecimentos que Jennifer relembra. 

Jogabilidade bizarra...

Combate

Rule of Rose tem uma jogabilidade simples, porém, o jogo fica dificil em certas partes por causa da movimentação limitada da personagem principal. Claro, ela é uma guria normal, delicada e que vive sofrendo bullying das crianças bizarras do orfanato. Então, não teremos super poderes, muito menos armas de fogo no jogo. Sim, aquela introdução gigantesca do jogo onde mostra Jannifer com uma arma na mão, não passa de uma propaganda enganosa, e enfim, desculpe estragar seus sonhos!
Os combates do jogo são exclusivamentes "mano-a-mano", ou seja, você só poderá bater nos inimigos com as armas improvisadas. Ela não tem ataques muito poderosos, mas consegue dar soquinhos quando está sem nada equipado... Mas aconselho mesmo assim, fuja sempre que puder! Se não, você vai acabar morrendo de uma maneira bastante rídicula.

Então, as armas do jogo são simples... E quando eu digo simples, são coisas como, garfos, facas de manteiga, tesouras e esses apetrechos normais. A melhor arma do jogo é um cano. É uma arma forte e tem um alcance longícuo. Isso facilita bastante na hora de matar os bosses ou alguns inimigos mais fortes que ficam mais pro final do jogo.

O jogo, apesar de ter uma temática meio infantilóide, não tem nada de infantil. Ele é pesado, com coisas bizarras aparecendo na tela sempre. Cenas fortes e que podem deixar as pessoas que estão te vendo jogar, bastante constrangidas. (Pense bem antes de jogar isso perto da sua mãe). A violência é bem forte, e cada ataque que você der em um inimigo, sairá litros de sangue!

Brown e a procura por novos caminhos

Ah, esqueci de mencionar. Jennifer não está totalmente sozinha no dirigível. Logo no começo do jogo encontramos Brown, um cachorro labrador que irá te ajudar a encontrar objetos e o caminho. Ele serve para também para te ajudar a derrotar os inimigos e os bosses. Podemos comandá-la de um jeito bem limitado. Podemos mandá-lo procurar coisas, sentar e ficar, atacar, brigar com ele ou elogiá-lo.
No menu temos uma opção escrita como "Find". Todo o objeto que você quiser que Brown cheire (para encontrar outros itens parecidos ou um caminho diferente), você deve selecionar a opção "find" e depois voltar ao jogo e mandá-lo procurar. É bastante simples. Mas às vezes esse sistema falha, fazendo Brown ir para caminhos fechados (ou que os inimigos podem fechar temporáriamente), assim fazendo com que você tenha que descobrir um caminho alternativo sozinho.

Os mapas do jogo são bastante iguais. Aí vai deixar qualquer pessoa confusa. Mesmo as que tem uma ótimo senso de direção e uma memória boa para lembrar de portas e cenários parecidos.
Eu mesma tive problemas para me achar nos lugares, mas, nada que me fizesse ficar perdida por mais que 10 minutos.

Brown não funciona como Hewie, de Haunting Ground. Você não precisa manter um relacionamento bom para que ele te obedeça. Ele simplesmente irá te proteger, não importa o que você fizer ou falar.

Inimigos e Bosses

imps normais
Os inimigos são imps, os normais. São pequenos, do tamanho de crianças de 5 anos. Eles normalmente estão em grupos e os ataques deles são pular e se agarrar em Jennifer, ou quando estão armados com alguma coisa, batem em você. Os inimigos tiram muita vida, então é melhor tomar cuidado.
Os imps vão ter formas variadas conforme o jogo for passando. Teremos os normais com uma forma estranha, porcos, cabras, coelhos, ratos e peixes. Aguns deles mudam somente a cabeça, como por exemplo, os peixes e os coelhos.

Esses imps normalmente gostam de matar qualquer coisa que vêem pela frente. Eles normalmente estão armados de vassouras e ficam varrendo tudo o que vêem pela frente. Aparecerá várias cenas de eles matando e batendo em pessoas ou animais. 
Uma cena que eu acho realmente forte é onde começam a matar uma das serventes do orfanato a vassouradas. Começam a quebrar o pescoço dela com as vassouras e isso vai mostrando bem nitidamente na tela. 

Normalmente você irá ver esses pequenos seres varrendo sangue e pintando todo o cenário de vermelho. Pobre dos animais que morrem ensacos e espancados até a morte!


imps especiais

Os bosses são um outro problema no jogo. Você não terá aviso prévio de que terá um boss na fase. Então, sempre esteja preparado pra qualquer coisa. Normalmente os bosses são personagens já apresentados no jogo. Como o diretor do orfanato ou alguma das crianças. Também podem ser os Imps especiais.
Os bosses são muito chatos de se matar, porque eles são mais fortes que o normal e qualquer ataque que eles derem já era quase matade da sua vida. Brown também não aguenta muito tempo lutando com eles e logo cai no chão. O ideal é sempre usar o cano e ficar girando em circulos para que eles não te acertem. Uma hora eles devem morrer... Só ter paciência.

Energia e Itens


Bem, sobre os itens de health. Eles são doces e salgados. Bolachinhas, balas, pirulitos, serão sempre encontrados pelo cenário. Quando você achar algum item desses, peça para Brown procurar mais destes. Essas comidinhas dependem do tamanho para recuperar certo tanto de energia. Por exemplo, comer uma bala, recuperará bem pouco, mas se comer um pirulito, irá recuperar muitos mais. Os itens de health não são só para Jennifer. Brown também tem que se alimentar para recuperar a energia.
Também podemos encontrar outros itens. Como peças de roupas ou lacinhos. Que só servem para encontrarmos outros objetos que tenham o mesmo cheiro. Nada de muito importante. 


Armazenamento e Save


Durante o jogo teremos alguns "safe rooms", onde sempre terá uma lixeira e logo ao lado um "Bucket Knight" (que é um espécie de boneco feito de um cabide, um balde, uma vassoura e um quadrinho negro). 
A lixeira serve como baú, para você guardar files, itens e outras coisas que você não precisa mais, já que seu inventário é limitado. 
O Bucket Knight é um save e também um mentor para Jennifer. Você pode fazer perguntas para ele, e ele lhe dará algumas respostas. Só que, eu nunca usei ele, por que as respostas dele são muito metafóricas e poéticas, então, não da para entender muita coisa do que ele fala. HIUSAHIUSHAUIS




Algumas Curiosidades


- A história de Rule of Rose é extremamente parecida com a do filme Lord of the Flies. 




- Rule of Rose contém vários conteúdos extras que foram apagados ou não foram utilizados na versão final do jogo. Tais como o "Master Wrench", que seria uma roupa de trabalhadora com uma arma especial, que seria uma chave de fenda. O "Torture Stick" seria outra roupa especial que o nome já deu a entender o que pode ser. E várias cutscenes que foram deletadas por não ser muito relevante para a história. 


- E vários países, como Australia e UK, o jogo foi cancelado por conter cenas de homossexualismo infantil e pedofilia, sendo que nem os criadores do jogo sabiam disso. wtf


- O jogo tem a história parecida com a de Alice no país das Maravilhas. Por mostrar Jennifer entrando em mundo estranho e imaginário. 


- Rule of Rose tem uma história muito parecida com o livro, novela e filme da Inglaterra, chamado "Little Princess", onde conta quase a mesma história. 


- Apesar de o jogo ser parecido com o filme Lord of the Flies, os desenvolvedores do jogo dizem não terem se inspirado no filme para fazer a história do jogo. 


Trilha Sonora


A trilha sonora tem apenas um CD com 6 músicas promocionais que foram produzidas pela Atlus. Ele foi vendido em pre-order e teve uma edição limitada. 


A trilha sonora é composta por Yukata Minobe, que também compôs as músicas de Skies of Arcadia e algumas faixas da trilha sonora de Panzer Dragoon Orta. 


As músicas foram criadas sem instrumentos eletrônicos - a maioria foram produzidas por músicas, como o Trio Hiroshi Murayama, usando pianos e instrumentos de corda, como violinos e violoncelos. De acordo com os desenvolvedores do jogo, a música tinha a intenção de trazer um elemento mais humano para a atmosfera do jogo (e deixar as pessoas traumatizadas com violinos e pianos pro resto da vida!). 


A canção tema do jogo é intitulada como "A Love Suicide", que foi composta por Hiroshi Murayama Trio, com ele próprio no piano e o vocal fornecido pela própria esposa dele, a Kaori Kondo. 


Intro do jogo









Bom é isso pessoas, fiquem com a introdução do jogo e espero que tenham gostado da review! o/





Almas Capturadas

Curte ai!

 

Video Games Death | O único lugar onde você sobrevive ao horror.... © 2011. Video Games Death :: feito por Morte e James Sunderland