Escrito por: Fernanda Turesso



Olá seres do inferno!
Eu ia dormir agora mas me bateu uma vontade de escrever sobre um jogo antigo que eu gosto bastante. 

Faz muitos anos que eu joguei Blair Witch no meu PC. Creio que faz mais de quatro anos talvez. Um amigo meu me emprestou a cópia, mas não foi por causa dele que eu conheci o jogo. E sim na CD Expert, onde comentava sobre o terceiro jogo da série (pra você ver como eu era atrasada), e por algum milagre do destino, meu PC resolveu rodar esse jogo! HIUSAHIUSHA

Blair Witch Volume 1: Rustin Parr é o primeiro jogo de uma trilogia baseada nos filmes Blair Witch Project. Todos os três jogos foram feitos na engine Nocturne e foram publicados pela Gathering of Developers.

História

Apesar de o volume 1 ser destinado ao universo fictício das lendas da Bruxa de Blair, ainda é uma sequência de Nocturne, o jogo no qual deu início a essa trilogia. 
Elspeth "Doc" Holliday foi uma personagem secundária em Nocturne e com vários outros personagens do mesmo jogo que também aparecem em Blair Witch. Isso inclui o "Stranger", que aparece no início junto dela. Esses personagens de Nocturne, incluindo alguns inimigos, aparecem todos na sessão de tutorial

Agora indo para a história realmente... 

Tudo começa em 1941 e a história se segue durante quatro dias. A cientista Elspeth "Doc" Holliday é mandada para a cidade de Burkittsville pela Spookhouse - uma agência governamental encarregada de investigar fenômenos paranormais. Lá, ela irá tentar desvendar o mistério que aconteceu no ano passado (1940), onde um eremita chamado Rustin Parr havia cometido sete assassinatos. Agora a investigadora Holliday terá de descobrir as verdades e às revindicações sobre Parr, onde dizem que ele estava sob influência de forças sobrenatuais ao cometer os assassinatos. 

Jogabilidade


O jogo faz um ótimo trabalho ao desvendar o enredo, no qual nos revela bem pouco sobre a história da floresta de Blair, mas sim, da verdadeira história de Rustin Parr. 
Os elementos de aventura acabam sendo simples, particularmente, quando a Doc Holliday começa a repetir todas as pistas e informações importantes em voz alta para si mesma em detalhes incríveis depois de grandes eventos. 
O jogo se mantém bastante confuso, mas também acaba se tornando mais como um filme interativo, onde é o seu trabalho, simplesmente, mover a personagem para o próximo evento macabro. 

Na verdade, isso é o que Rustin parr acaba se tornando, - perseguir algum personagem; encontrar algum personagem em particular em locais diferentes e conversar com eles e etc. - quase nunca iremos resolver puzzles. Em vez disso, seu trabalho é simplesmente falar com as pessoas certas e extrair informações para sua investigação. Se você pegar as instruções específicas e fazer o caminho especificado no momento certo, você conseguirá progredir no jogo. Isso se torna evidente nas partes da floresta, que é a mais frustrante (e infelizmente a maior) parte do jogo.  


Ser pego num quebra-cabeça em forma de um labirinto elaborado perto do final do jogo chega a ser uma aventura mediana, mas, ao perceber que isso se torna quase 80% do jogo inteiro, você acaba ficando frustrado. 
Isso é uma maneira vergonhosa de manter o jogo difícil e nos deixar loucos na floresta, ao invés de terem preenchido com uma jogabilidade honesta. 


Bem, na floresta acontecem eventos especiais, como por exemplo, quando a Bruxa de repente aparece do além e vem puxar a Doc Holliday e a leva para um lado alternativo e escuro da floresta, onde a única coisa a se fazer é ficar, simplesmente, correndo ao redor da área por um tempo indeterminado, com monstros loucos atrás de você (querendo te matar) até que apareça a área original de onde você parou. 

Como no filme, você vai se sentir perdido na floresta por causa da intromissão da Bruxa, mas em vez de se sentir com medo, você vai se sentir frustrado. Adicione isso a um fato de que o jogo, propositalmente, irá enviá-lo, a longo prazo, para a floresta para simplesmente coletar alguns itens dispensáveis (como munição e armas), enquanto que inimigos que não morrem (e surgem do além) começam a te perseguir. Isso vai se repetindo, até que você nem ligue mais para os perigos da floresta e fique com um tédio absoluto. 


A Bruxa não irá se vingar dos invasores, como acontece no filme, ela apenas ficará trapaceando, para que você não consiga encontrar o seu caminho para fora da floresta maldita. Isso pode acarretar alguns problemas na história. Você pode ficar mais tempo perdido e durar mais tempo no jogo. Como por exemplo, a história principal leva quatro dias para terminar... Mas se você ficar mais tempo na floresta, os dias podem aumentar. 

Agora indo para a parte de ação. Vocês achando que seria uma parte legal e divertida, mas não é. Não que eu queira desmerecer o jogo (até porque eu adoro jogar ele), mas, a ação tem lá seus defeitos. 

O jogo começa a ficar difícil por causa das combinações de controles com as câmeras ruins, que consegue assegurar o desaparecimento da personagem com bastante frequência. Enquanto você usa o teclado para controlar o seu personagem, você vai querer rapidamente passar para o mouse, para melhorar a direção, ou você nunca será capaz de mirar rápido o suficiente para matar os inimigos. Claro, isso faz parecer um pouco estranho, mas acredite, você irá odiar essa alternativa. 

A câmera é um pesadelo e tanto. Ela adora mudar de ângulos quando você está cheio de inimigos por perto, e por mais incrível que pareça, ela sempre irá mudar bem quando o inimigo estiver perto de você. A ação é um pouco mais divertida, pois você tem bastante espaço para fugir dos inimigos, girar e atirar um pouco neles, o que não deixa tão difícil assim matá-los. 
Mas aconselho, sua melhor aposta na floresta é fugir e ficar de olho no mapa. E economizar munição é bastante importante, pois enquanto você puder fugir, melhor, até que você precise realmente delas em determinados momentos. 
Novos inimigos serão introduzidos no jogo e eles são cheios de animações incríveis. Mas, honestamente, há realmente apenas dois ou três novos monstros que você terá de lutar no jogo. O resto não passa de zumbis e cachorros chatos. 

O forte mesmo de Blair Witch é a história, que realmente é muito agradável de se seguir. O jogo oferece duas configurações de entretenimento - tediosas e irritantes. Enquanto você fica reclamando da dificuldade irritante de alguns dos mais simples monstros ou a sua falta de munição para lidar com essas situações, você vai ficar se perguntando quantas vezes mais você terá que passar pela floresta inteira novamente. 

Mas a história contada nos deixa bastante amedrontados, pois o jogo sustenta bastante mortes e carnificina para todo lado. Como no começo do jogo, onde temos que matar todos os moradores da cidade (que acabamos de conhecer), pois se tornaram zumbis voadores. (Claro, era tudo um pesadelo!).

Ah, esqueci de dizer... Enquanto você estiver na parte alternativa da floresta. Lá é muito escuro e se você não tiver um óculos com visão noturna (que podemos pegar depois de um tempo), você não saberá exatamente para onde tem de ir... Isso atrapalha, e muito, para conseguir encontrar o caminho de volta a floresta normal. 

Trilha Sonora macabra!

Bem, eu não sou nenhuma crítica de música, nem entendo muito sobre isso. Só vou comentar sobre as músicas que dão um toque a mais no jogo. 
Normalmente elas são músicas com sons estranhos, nada de instrumentos, somente efeitos sonoros, que deixam um ar de mistério, e em algumas partes, uma frustração tamanha. Temos também músicas instrumentais são as tocadas nos rádios, ela são dos anos 40, então da para ter uma noção de como são. Sem contar nas músicas com temáticas indigenas e "macumbentas", onde parece que tem gente invocando espíritos ou algo do tipo.   
São músicas muito boas de se escutar... E para quem gosta de sons diferentes, que tenham um singelo terror envolvido, é bastante legal que baixem e tirem suas próprias conclusões. 

Nesse canal do youtube, tem todas as músicas dos jogos. Nesse vídeo tem oito faixas. Deem uma olhada!





Conclusões

Blair Witch vol 1: Rustin Parr não é somente um jogo enjoado com uma floresta do capeta frustrante, mas ele é uma tentativa muito boa para tentar traduzir a assustadora história da Bruxa de Blair bem na tela do seu computador. A escura floresta é tratada como em nenhum outro jogo e os sustos não são comparados com o filme, numa tela gigantes, mas o jogo se sai muito bem tentando transpassar isso. Infelizmente, ele consegue empacar ele mesmo no decorrer do jogo, que deixa apenas uma breve experiência de jogo frustrante, mas, satisfatória! 



Bom, espero que tenham gostado da reviewzinha e até mais! :3

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  1. Ah! Morte, muito obrigada por colocar o ''continue lendo'' nos meu posts, eu ainda to tentando aprender como acha a porcaria de código HTML, ontem eu quase consegui, mas acho que peguei mais ou menos do código u.u

    Porque eu acho meio esquisito o post muito grande sem o ''continue lendo''

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  2. agora sim, vc já melhorou um pouco e continue assim!!

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  3. ah, Claudia, é ruim quando eles ficam mtu grandes pq ocupa toda a página do blog e também estraga a navegação (o pessoal fica com preguiça XD)

    HSIUAHSUIAHSUIHSI

    ah Bruno, valeu ai, eu nem lembrava direito do jogo, mas, já deu pra falar bastante HISUAHUISHAUIS

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  4. mas, é bom vc fazer um review bem aprofundado do jogo pq assim vc incentiva as pessoas a irem atrás do game e o melhor ainda é um feito review de gamer para gamer não precisa ser tão profissional afinal, ninguém aqui é jornalista de gamers.

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