Escrito por: Fernanda Turesso


Bem, eu terminei o Bioshock 2 faz alguns meses, e achei o jogo simplesmente fantástico! E para dar mais ênfase no layout novo do blog, farei uma reviewzinha do jogo!

O segundo jogo do Bioshock é simplesmente magnífico e eu irei fazer uma review bonita dele hoje!

BioShock 2 é o tipo de jogo que você não entende logo de cara. Cheio de mensagens escondidas, não necessariamente subliminares, mas que contam sua história pelos cenários e pelos audiologs encontrados no mesmo. 

É um jogo que você vai gostar logo de cara, se você, assim como eu, é amante dos anos dourados com suas músicas clássicas e com letras simples. A história engloba um conceito futurista caracterizado na década de 60, em meios de publicidade, estilo e arquitetura. 
O jogo se passa em Rapture, a cidade, que havia sido criada para abrigar uma sociedade ideal, desenvolvendo assim uma tecnologia de biogenética e bioengenharia, na tentativa de criar seres humanos perfeitos e belos. Assim obteve seus produtos na forma da substância chamada ADAM, onde células especiais foram criadas a partir de lesmas do mar, que tinha a capacidade de regenerar a musculatura e alterar o genoma humano.


História
A história de Bioshock 2 é simples. A história não é muito original, mas nada que atrapalhe ou que faça você se desinteressar.
O jogo em si, abafa bastante a questão de contar o que se passa. Quem não estiver prestando a atenção ou pegando os audiologs, não ficará sabendo de nada. 
O meio de contar os acontecimentos no jogo é meio diferente. Você tem que pegar audiologs gravados pelos moradores de Rapture e ir escutando para poder entender (assim como no primeiro título). Mas, se você não encontrar todos e não ouvir com calma, você acaba perdendo muita coisa importante. Sem contar que algumas conversas que temos durante o jogo, podem aparecer em momentos errados, como por exemplo, quando você está com muitos inimigos por perto... Assim fica difícil de prestar a atenção no que estão falando, muito menos ler o que aparece na tela.

Agora, contando um pouco da história... 
Se passa em 1968, oito anos após os eventos do primeiro jogo. Rapture é mostrada através de flashbacks e audiologs que o personagem principal, Subject Delta, o primeiro Big Daddy criado, encontra durante o seu percurso. Dez anos antes, em 1958, ele cometeu suicídio por causa de Sofia Lamb, que usou um Plasmid de controle da mente nele. Isso aconteceu, por causa da Little Sister do Delta, Eleanor, que é filha de Lamb.
Delta tem uma missão programada, que é encontrar Eleanor.
Quando o dono de Rapture morreu, Lamb conseguiu se apossar da cidade em ruínas. Ela era a psicóloga dos cidadãos e assim encheu a cabeça deles com mentiras sobre os Big Daddy e as Little Sisters. 
Assim, ela criou uma nova raça na cidade, as chamadas Big Sisters, que são nada mais do que Little Sisters crescidas e postas em armaduras parecidas com as dos Big Daddies. 
Elas são mais fortes, mais rápidas e mais inteligentes, e estão lá para substituir os obsoletos Big Daddies e na tarefa de assegurar o crescimento de ADAM dentro das crianças de Rapture.

O jogo mostra a história do primeiro título, mas com uma visão um pouco diferente. Antes você era um simples homem, agora você pode ser algo mais forte, como um Big Daddy. (E quem não ficou sonhando todo esse tempo, querendo ser um daqueles escafandristas? HAHAHA). 


Agora temos finais variados nesse segundo título, e eles podem mudar de acordo com as ações do jogador. 


Eles são divididos em Good, Bad e Choices.
Se você salva as Little Sisters e poupa as vidas de alguns personagens, você provavelmente fará finais bons. 
Ao contrário, fará os ruins. 
Os finais "Choice", como podemos chamar, são quando você está num meio termo. Você matou algumas pessoas, mas salvou outras. Então no final, você tem o direito de escolher qual será o seu final!

Jogabilidade 


Em Bioshock 2, como você é um personagem diferente e com acessórios diferentes também, você terá uma jogabilidade um pouco melhor e mais rápida. Se bem que, se tratando de Big Daddies, você não pode afirmar que será mais rápida! HIUSAHIUS
Mas enfim...


Muitas coisas continuam iguais aos do primeiro jogo. 
Temos a barra de energia (vermelha) e a barra do Adam (azul), onde podemos administrar o quanto estamos usando durante o jogo. 
Você terá acesso a vários Plasmid durante o jogo, desde lançar gelo, fogo, abelhas, poderes psíquicos ou choques. E o sistema de usar armas e plasmidplasmids! fica igual no primeiro jogo. Onde você usa seu braço direito para usar armas e o esquerdo para lançar


No começo temos a arma simples e efetiva dos Big Daddies, a nossa querida broca! 
E mais pra frente poderemos ter acesso a várias armas pesadas, como lançadores de granadas, bestas e uma shotgun incrivelmente gostosa de se usar!

O sistema de combates é bem divertido. Você tem armas variadas, tanto para matar quanto para fazer armadilhas. Os inimigos normais são bem fáceis, e conforme você vai passando de fase, eles vão ficando cada vez mais difíceis. Mas, chega uma hora em que você já tem tantas armas e plasmids, que isso nem te afeta mais, e matar um Big Daddy ou uma Big Sister já começa a ficar rotineiro e fácil. 

As Big Sisters não são muito difíceis de se combater, porque você sabe quando elas irão aparecer. A cada três Little Sisters que você mata ou salva, as BigSisters aparecem. Então você tem um tempo relativamente bom para se programar para a batalha!




Uma coisa que mudou nesse segundo título, são os modos de hackear os eletrônicos da cidade. Antes, tinhamos que fazer uma espécie de puzzle baseado nos Pipe Games (HUISAHSUIHUI). Agora podemos usar uma arma de Hack. Onde podemos hackear as coisas a longa distância e o puzzle ficou bem mais simples. Agora você tem uma tela, com várias faixas coloridas, geralmente brancas, verdes, vermelhas e azuis. Onde fica passando um ponteiro bem rápido e você tem que simplesmente apertar em cima das faixas verdes ou azuis. 


Agora, na hora de hackear as coisas, se errarmos, perdemos energia se for apertado na parte branca e ativamos a segurança da cidade, se for apertado na parte vermelha. 
A segurança é chata, pois são várias máquininhas voadoras que metralhadoras! Elas podem ser hackeadas e/ou desativadas pelo sistema de segurança que fica nas paredes da cidade. 


Algumas coisas foram mudadas no cenário da cidade. O que antes era mais livre e explorável, agora é mais fechado e objetivo. Isso foi uma adaptação à história, já que você tem uma “missão” e na sua mente é só isso que interessa, não faria sentindo se você ficasse perdendo tempo explorando locais diferentes. O lado negativo disso é que se deixar uma arma ou upgrade pra trás, você não terá como pegá-lo de novo, pois "passamos de fases" nesse jogo. Então você terá que fazer tudo o que pode e deve ser feito em cada parte, separadamente. 
Alguns novos puzzles foram acrescentados no jogo, mas nada que faça você ficar travado ou coisas do tipo. São relativamente bem simples e... Fáceis!

Bem, também podemos coletar Adam das Little Sisters. 
Você pode adotar uma Little Sister depois que mata o Big Daddy dela. Assim ela procura Adam para você nos corpos mortos. 
Cada Little Sister pode pegar Adam de duas pessoas. Normalmente em cada fase você tem três Little Sisters para adotar. 
Ai depois que você coleta o Adam com elas, você pode as mandar para os esconderijos delas, ai você tem a opção de matá-las ou de salvá-las.
Ao matar elas você ganha mais Adam. 
Ao Salvá-las, você ganha um pouco menos...
E você pode fazer esse mesmo processo sem precisar pegar Adam com elas... Só devolvendo elas nos buracos, elas já lhe dão uma quantidade generosa de Adam.


O Adam serve como dinheiro para você trocar por Plasmids, slots ou melhorias para o seu corpo. O máximo de Adam que você pode pegar é 2000, mas não é o máximo do jogo. 


Durante o jogo podemos recolher objetos dos mortos ou do cenário mesmo. Podemos pegar comida, remédios, munição, audiologs e dinheiro.


Dinheiro é ótimo nesse jogo, o máximo que podemos carregar conosco é 600 dólares. E esse dinheiro é ótimo para comprar armas, munição, comida, Adam e Remédios.


Multiplayer


Bom, eu ainda não joguei no multiplayer do Bioshock 2, por causa de problemas na PSN ¬¬


Mas tenho uma noçãozinha... 

O Multiplayer foi acrescentado em Bioshock 2, e os modos de jogo seguem bastante os mesmos presentem em grandes games online do gênero, como Call of Duty e Halo
O diferencial aqui é o uso dos Plasmids em inimigos e saber qual será a sua reação durante a próxima vez que se encontrarem. Outro ponto bem diferente é a um certo desequilíbrio entre a força das armas e a vida do seu personagem, já que mesmo com 3 tiros de shotgun à queima-roupa não é garantia de que seu inimigo irá morrer, ao contrário do que acontece nos demais jogos do gênero!


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  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. eu também terminei o jogo faz tempo e é muito bom mesmo, acho que poderia ser muito melhor se não houvesse multiplayer ás vezes certos jogos não precisa de multiplayer.

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  3. o multiplayer é só um off pra jogar online. Nem afeta no jogo >XD

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  4. as vezes é melhor um jogo sem multiplayer pq daí os pordutores focariam 100% no singleplayer, daí a história seria muito mais cativante

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