Escrito por: Fernanda Turesso


Olá pessoas, ainda no clima da Capcom, irei falar de um jogo meio que esquecido pela maioria dos adoradores de Resident Evil. 

Resident Evil: Outbreak conhecido como Biohazard: Outbreak ( バイオハザードアウトブレイク) no Japão, é o único jogo com os jogadores em linha de jogabilidade para o PlayStation 2 inicialmente lançado em 2004. Este jogo é o primeiro da série Resident Evil caracterizado em linha de multijogador. Outbreak foi produzido por Tsuyoshi Tanaka. Resident Evil Outbreak descreve uma série de episódios interligados em Raccoon City durante o mesmo período de Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis. Ele foi seguido por uma única seqüência, Resident Evil Outbreak File #2.

História 


Tudo começou como um dia qualquer em setembro... Um dia qualquer na vida de pessoas normais, que buscam descontração após um dia intenso de trabalho, de estudo... Ninguém nem ao menos suspeitou do que poderia estar acontecendo em Raccoon City, uma cidade americana que descobriu o verdadeiro significado de modernização graças à Umbrella Corporation, uma corporação farmacêutica que camuflou no desenvolvimento da cidade, segredos terríveis, como experimentos com perigosíssimas armas biológicas, como um vírus mortal, capaz de reanimar células mortas.

De repente, milhares de pessoas dão entrada nos hospitais locais, com vários sintomas em comum: coceira, vômito, dores pelo corpo. A população encarou tudo como uma epidemia que seria facilmente controlada, enquanto surgiam na cidade casos de mutilação de famílias inteiras que habitavam as redondezas de Arklay – uma cadeia de montanhas que rodeia a cidade. A onda de assassinatos começou a se intensificar e passou a acontecer no meio urbano. Não era somente uma notícia qualquer no noticiário: a população toda via seus amigos, familiares e conhecidos sendo vitimados pela epidemia, e o número de mortes nos hospitais começou a crescer... O problema é que, quem sucumbia à doença, não permanecia morto por muito tempo.

É uma noite comum, em um bar qualquer. Várias pessoas bebem, conversam, e se descontraem. Alguém entra pela porta aparentando ser um mendigo... Um dos funcionários se dirige à figura, pedindo para que ela saia, mas, aquilo que aparenta ser um mendigo, o ataca. Basta olharem pelas janelas do bar, para que todos aqueles que ali estão, descubram que o pesadelo só está começando. Cindy, Kevin, George, Mark, Yoko, Alyssa, David e Jim, lutarão juntos pelo mesmo objetivo: escapar com vida da Raccoon City, que se tornou a cidade dos mortos! 


Personagens
Kevin Ryman
Kevin é um policial do R.P.D., o Departamento de Polícia de Raccoon City. Forte e determinado, Kevin é um excelente parceiro e exímio atirador. Segure R1 por alguns segundos para executar seu movimento especial, que duplica o poder de fogo das armas utilizadas por ele. Quando controlado pela IA, Kevin tenta pegar todos os itens e corre atrás de inimigos para matá-los, mas raramente deixa uma sala para vasculhar o cenário sozinho.

Mark Wilkins
Mark é um ex-combatente do Vietnã, que trabalha para uma firma de segurança em Raccoon City. Forte e resistente, é muito bom no manuseio de armas brancas, principalmente canos e pedaços de madeira. Comandado pela IA, Mark se manterá junto ao grupo e nunca coletará itens de cura. Somente ataca os inimigos quando eles se aproximam demais.

Jim Chapman
Jim é um empregado do metrô de Raccoon City que, apesar de sua personalidade expansiva, demonstra-se um covarde quando confrontado com situações de perigo. Ao entrar em uma sala pela primeira vez, todos os itens daquela área são destacados no mapa com um ponto de interrogação. Quando controlado pela IA, ele sempre se afastará do grupo e nunca se envolverá em batalha. Usará itens de cura sempre que for ferido, mesmo que levemente, e nunca carregará a própria arma.  

George Hamilton
Um renomado cirurgião do Hospital de Raccoon City. Pode ser um membro importante em seu grupo devido à sua natureza calma e cooperativa. Controlado pela IA, George sempre fugirá do combate, apesar de ser um personagem forte. Prefere andar a correr, e procura explorar os cenários sozinho em busca de itens de cura. De posse de ervas, automaticamente as transformará em comprimidos.

David King
O encanador é um homem de pouquíssimas palavras, que só fala quando é realmente necessário. Controlado pela IA, ele combinará armas automaticamente e tentará enfrentar inimigos sozinho e se afastar de você, somente recuperando a própria energia quando estiver em “Danger”.

Alyssa Ashcroft 
Uma jornalista do jornal de Raccoon. Alyssa é sedenta por informação e não aceita perder, o que muitas vezes causa conflitos com outras pessoas, apesar de ser plenamente capaz de trabalhar em grupo. Quando utilizar hanguns (exceto a do tipo Burst), segure R1 por alguns segundos para amplificar a força dos disparos. Quando controlada pela IA, ela tenta controlar os outros personagens através de pedidos e pegar todos os itens. Normalmente seguirá o jogador e tentará matar a maioria dos inimigos das salas.

Yoko Suzuki 
Yoko é uma estudante universitária e especialista em computadores. Sua personalidade quieta e reservada é resultado de segredos de seu passado e de seu envolvimento com a Umbrella Corporation. Controlada pela IA, Yoko sempre permanece junto ao personagem principal e nunca ataca os inimigos, a não ser para se defender ou quando lhe é pedido ajuda.


Cindy Lennox
Garçonete do J's Bar. Ela é popular por causa de seu lindo sorriso e sua força de trabalho imensa. É bastante corajosa e altruísta. Quando controlada pela IA tende a pegar todos os itens de cura e nenhuma arma; duas vezes por cenário, quando seu personagem chegar a "danger", ela irá lhe curar.


Cenários
O jogo consiste de cinco cenários separados, abertos ao completar o anterior. Não há ligação entre o final de um cenário e o começo de outro. As histórias são totalmente separadas. 

Outbreak

É no J's Bar que os personagens do game têm seu primeiro contato com o vazamento do vírus que mais tarde tomaria conta de toda a cidade. Os zumbis começam a invadir pela porta da frente, e resta para fuga somente as portas traseiras do estabelecimento. Para a surpresa do jogador, as ruas da cidade também já estão destruídas e tomadas de mortos-vivos. Mal sabiam eles que o pesadelo só estava começando. 

Below Freezing Point

Também existe nos games anteriores, este cenário se passa no laboratório visto em RE2 e RE0, desta vez mostrado em sua totalidade. O inimigo principal da fase também é um velho conhecido dos veteranos, o G-Imago, também visto em RE2, além, é claro, de zumbis semi-congelados e outras criaturas. 

Hive

O principal hospital de Raccoon City, também já visitado em RE3, parecia um lugar seguro até a descoberta de sanguessugas que são capazes de matar uma pessoa e passar a controlá-la. Desta vez, pode-se ir a praticamente todos os andares do edifício, menos aqueles acessados com Carlos, de forma que "Hive" se encaixa perfeitamente com o enredo do game. 

Hellfire

 O "Apple Inn" é o hotel já visto no primeiro cenário e também o local da primeira aparição de lickers neste game. O hotel está em chamas e há muitas salas para se explorar, em um cenário que lembra bastante o estilo dos dois primeiros games da série. O chefe aqui é o "Regis Licker", uma espécie não totalmente evoluída da criatura Crimson Head. O Regis Licker possui vários traços humanoides e não comuns aos Lickers como a presença de olhos, e a ausência do cérebro exposto. 

Decisions, Decisions

A Universidade é palco do último cenário do game, onde George descobre a verdade sobre o desastre que está acontecendo na cidade. É lá também que está armazenada a única cura conhecida do T-Vírus, que pode salvar todos os infectados do grupo. Aqui enfrenta-se mais um inimigo conhecido, o T-00 e também vê-se a participação de Nicholai Ginovaef na Operação Chacal Enfurecido (Operation Mad Jackal), citada somente em RE3. Curiosidade: "Decisions, Decisions" é a única fase que dá margem para diferentes finais com um mesmo personagem.


Gráficos, jogabilidade & inovações

Resident Evil Outbreak foi uma das maiores inovações que a série poderia ter. Todo aquele esquema de inventário e carregamento de armas em tempo real que temos em Resident Evil 5, foi tirado desse maravilhoso jogo online. 
As armas são mais realistas nesse jogo e são carregadas em tempo real, ou seja, um cartucho por vez. A não ser que você utilize um pente de munição.

As inovações do jogo são tantas, na jogabilidade, mas mesmo com tantas melhorias e diversificação, o jogo não deixou de ter sua essência antiga. As portas sendo abertas como nos antigos jogos de PSX e os zumbis deixaram qualquer RE4 e 5 no chão. 

Como o jogo é tudo em tempo real e foi feito somente para jogar online (por mais que você jogue no PS2), existe muita pouca salas seguras. A maioria dos cenários trazem inimigos em todos os cantos. 
Os zumbis seguem os personagens através das portas (como o Nemesis em RE3). O jogador pode bloquear algumas passagens em determinados horários, mas este recurso dura pouco tempo e só é um meio de você conseguir escapar mais rápido. Sempre é aconselhável ter um plano em mente para poder fugir com mais segurança. 

O personagem pode usar qualquer tipo de arma, desde canos, vassouras à shotguns e armas variadas. Mas cada um possui uma especialidade para fugir dos inimigos ou afugentá-los.

A câmera está na forma clássica de Resident Evil, mas os cenários, dessa vez, são totalmente em 3D-tempo real. Os jogadores controlados pelo processador normalmente dão os itens que o jogador pede. Pode-se até usá-los como "mulas de carga". Mas cuidado, pois às vezes eles podem morrer ou sumir!



A inteligência artificial dos personagens, entretanto, é catastroficamente ruim! Eles muitas vezes ficam vagando em meio aos zumbis mesmo ouvindo o jogador chamando-os incessantemente. Eles também têm o costume de utilizar curativos desnecessariamente ou muita munição. 

Os gráficos não são os melhores do mundo, mas são melhores que os do Resident Evil: Code Veronica X. Por ser um jogo online e ainda para PS2, contém gráficos muito bons!

Trilha Sonora


A trilha sonora de Resident Evil Outbreak para mim é uma das melhores que eu ouvi da série. O que o jogo peca no gameplay, ganha belissimamente na trilha sonora. Com bastante orquestras, músicas épicas, e os sons ambientes cheios de zumbis no fundo gritando entre o vento forte, são as melhores coisas que se podem ouvir!

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  1. de toda franquia de jogos de RE outbreak é o que mais odeio,é muito ruim jogar sozinho pq a IA dos personagens é pessima chega daá vontade de deixar essa galera todinha morrer e prosseguir o jogo sozinho e a jogabilidade é meio dura e é o mais dificil de todos que já joguei pq jogando sozinho vc vai ter muita dificuldade mas, ainda assim não deixaria de jogar.

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    1. Sério? rsrs
      Cara, eu jogo offline esse jogo até mesmo no Very Hard, não tenho problemas com isso. O que você sente é raiva pela dificuldade do jogo, não pelo jogo completo em si. Pois é um jogo muito bom, e não culpe ele pela sua própria noobisse, culpe vc mesmo ;)

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  2. pq a capcom não relança esse jogo agora as pessoas poderem jogar na live e na psn

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  3. oooh, eu acho um jogo bom sabe... .hm
    mas deveria realmente sair pra PS3, com gráficos melhores e ai sim, poderiamos jogar online! o/

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  4. eu também acho um jogo muito bom!!!

    só que é a jogabilidade e a IA dos personagens que é ruim pra cacete pra jogar só! realmente esse jogo tem que juntar uma galera pra poder zerar, tipo de todos os jogos esse é o que eu menos gosto

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  5. Pô,eu curto d+ esse jogo
    zerei o modo single player dele no ps2,difícil pra caraio!
    obs:a IA dos personagens realmente não é boa...

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  6. Hahaha gente fiquei com uma duvida lendo alguns trecho ai no total são duas
    1°se o virus e mortal pq revivi os mortos num devia matar ñ?

    2ºpq raccon city e chamado da cidade dos mortos e não a cidade do milagre?

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  7. Falou Merd# Felix, não vem falar besteira do jogos se não conhece a História!

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  8. cm eu comecei a joga RE com o 4(sou da época do snes...sem grana pro PS)achei o outbreak uma desgraça total,o cara não tem tempo nem d aprende cm funciona os botão e as coisa,consegui pega o jeito com mt dificuldade.achei foda depois mas é o tipo d jogo q s tu não resolve um enigma nãu segue adiante,é um jogo bom mas mt dificil e complicado e os personagem são lento.

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